Um queijo de aparência dramática e interior delicado, onde carvão de alecrim e mofo branco encontram a elegância do leite de cabra.
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O contraste visual é sua primeira característica marcante: uma casca escura de carvão de alecrim do campo envolve uma massa clara, cremosa e delicada. O queijo apresenta notas lácteas e caprinas elegantes, acompanhadas por uma delicada mineralidade. Conforme amadurece, sua textura fica cada vez mais cremosa e seu sabor mais pronunciado.
O Alvura Negra nasce no Sítio São Francisco, onde a D’Chèvre produz seus queijos de cabra artesanalmente. Sua inspiração está nos tradicionais queijos franceses de cabra que utilizam cinzas na superfície, especialmente os estilos do Vale do Loire.
A casca é formada por uma fina camada de carvão de alecrim do campo, sobre a qual se desenvolve o Penicillium candidum. O queijo amadurece em caves de pedra-sabão, evoluindo de fora para dentro. Aos 20 dias apresenta um perfil mais delicado; com maior maturação, torna-se progressivamente mais cremoso e intenso.
É um queijo de grande reconhecimento: recebeu Super Ouro no Mundial do Queijo Brasil 2024.
Retire da geladeira pelo menos 20 minutos antes de servir. A casca é comestível e faz parte da experiência do queijo.
Experimente primeiro sozinho para perceber a combinação entre a casca mineral e a cremosidade interna. Depois, sirva com baguete, torradas, mel, frutas frescas ou geleia de frutas vermelhas.
Sauvignon Blanc é uma ótima escolha: a acidez e as notas herbáceas do vinho dialogam com o perfil caprino, mineral e delicado do queijo. Espumante Brut e Chenin Blanc seco também funcionam muito bem.
Entre as cervejas, uma Saison cria uma combinação refrescante e aromática.
Ouro Branco / Itaverava, Minas Gerais. | Super Ouro no Mundial do Queijo Brasil 2024**.
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